quinta-feira, 9 de outubro de 2008

O Brasil que Queremos Ser (3/5)

Continuação das 40 propostas - www.veja40anos.com.br.

Economia
18 Reforma da Previdência já O custo da Previdência é um dos principais motivos pelos quais o Brasil lidera o ranking mundial de juros reais e tem uma carga tributária de 36% da riqueza produzida pelo país. Ele consome 12% do PIB. Nenhum país emergente consegue crescer de forma acelerada com tamanho peso nas costas. A China e o Chile gastam 3%. A Colômbia, apenas 1%. Se a despesa previdenciária brasileira fosse de 6%, o país economizaria 180 bilhões de reais ao ano. Com esse dinheiro, as pessoas e empresas pagariam 17% a menos de impostos, com melhoria de qualidade de vida para todos
19 Criar um teto para os gastos públicos De todos os agentes econômicos, quem gasta pior é justamente aquele que não produz nenhuma riqueza: o governo. No Brasil, os gastos do governo federal crescem, em termos reais, duas vezes mais rápido do que a economia. Dentro de quinze anos os impostos vão equivaler à metade de toda a riqueza que o país produz. É ruinoso? Sim. Reversível? Só por força superior. O aumento real do gasto público brasileiro deveria ser limitado por emenda constitucional ao teto de 1% ao ano.
20 Um Banco Central independente Se o Banco Central brasileiro tivesse a independência assegurada por lei, à taxa real de juros cairia imediatamente até 3 pontos porcentuais – de 7% para 4% ao ano. O crescimento do país saltaria dos atuais 5% para 7% ao ano. É preciso outra justificativa?
21 Aplicar a lei de responsabilidade fiscal ao governo federalEssa lei revolucionou o controle das contas públicas. Com ela, os estados e municípios foram obrigados a reduzir sua necessidade de financiamento em 20% desde 2001. Imune a ela, a União fez o movimento inverso e aumentou seu déficit em 79% no mesmo período.
22 Modernizar as leis trabalhistasAo lado de Zimbábue e Zâmbia, o Brasil ocupa a 119ª posição no ranking mundial de adequação das leis trabalhistas. Por isso, metade dos brasileiros tem ocupação informal. Uma mudança radical que extirpasse os arcaísmos custosos e corporativistas incentivaria a contratação formal com conseqüências saneadoras na Previdência (mais gente contribuindo), positivas na carga fiscal (mais gente pagando menos) e redentoras para o ambiente de negócios.
23 Tornar as agências reguladoras menos vulneráveis ao loteamento políticoA certeza do cumprimento de contratos é uma das condições definidoras de um país moderno, ao lado do direito de propriedade e do ambiente de negócios. E como garantir que os governos preservem seus contratos? O mecanismo clássico, adotado e aprovado nas melhores economias, são agências reguladoras equipadas e protegidas contra a ingerência política. No Brasil há agências reguladoras, mas elas estão longe de ser imunes às pressões políticas.
24 Garantir a concorrência na exploração do pré-salDesde o século XVI a humanidade sabe que os recursos naturais não levam, necessariamente, ao progresso econômico e social. Isso foi aprendido com sangue no ciclo de exploração da prata e do ouro na América Latina. Foi reafirmado pelos diamantes da África subsaariana e agora o petróleo da Venezuela. É a maneira de explorar esses recursos que produz conhecimento e bem-estar. Só se obtém riqueza efetiva quando os recursos naturais são explorados de forma transparente e competitiva.
25 Poupar os dólares do petróleoA humanidade vai um dia encontrar um substituto para esse líquido escuro e pegajoso. Enquanto isso não ocorre, é crucial utilizar as reservas com sabedoria. Se todo o potencial dos depósitos de petróleo na chamada camada pré-sal do litoral brasileiro for confirmado, o Brasil pode vir a se transformar em um grande exportador de petróleo. O que fazer com os dólares obtidos? A opção mais racional é o depósito dos lucros do petróleo em um fundo externo, gastando-se apenas parte dos rendimentos. Isso preservaria a riqueza para as gerações futuras e impediria pressões cambiais e inflacionárias desestabilizadoras.
26 Privatizar a gestão hospitalarHospitais administrados pelo estado são menos eficientes e tratam pior seus pacientes. No estado de São Paulo, a taxa de mortalidade em hospitais geridos diretamente pelo governo é de 5,3 em cada 1 000 pacientes e o custo de cada internação é de 400 reais por dia. Em 25 hospitais terceirizados no mesmo estado, a taxa de mortalidade cai para 3,3 por 1 000 pacientes e o gasto por internação, para 360 reais. Essas e outras estatísticas a favor da privatização da gestão da saúde são absolutamente convincentes.
27 Privatizar a infra-estruturaNão fosse pela infra-estrutura caótica, hoje majoritariamente nas mãos do governo, o Brasil poderia contar com 250 bilhões de reais a mais no PIB – um valor equivalente ao PIB do Chile.

O Brasil que Queremos Ser (2/5)

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Ambiente
9 Dobrar o saneamento básico em dez anosMenos de 50% dos domicílios brasileiros são ligados à rede de esgotos. Destes, apenas 35% recebem tratamento. O restante é despejado diretamente em rios, córregos e lagos. O Brasil ainda é africano nessa área. O ministro Carlos Minc estima que tratar 70% dos esgotos até 2018 custaria 12 bilhões de reais por ano. O custo é elevado? Não em vista dos benefícios. Entregar a tarefa à iniciativa privada, por meio de concessões, é uma saída.
10 Transformar pastos em áreas produtivasO avanço da fronteira do boi e da soja derruba oito de cada dez árvores das florestas de clima da Amazônia. Para deter esse avanço é vital ocupar áreas já desmatadas. Cerca de 16 milhões de hectares de áreas de pasto estão abandonados na Amazônia. Com sua recuperação e uso, a produção de grãos pode crescer 30% na região sem exigir a derrubada de uma única árvore. Recuperar custa o dobro do que simplesmente desmatar. Subsidiar a recuperação de áreas degradadas é a abordagem econômica mais racional.
11 Premiar prefeituras pela preservação ambientalA degradação ambiental tem maior impacto sobre a qualidade de vida dos habitantes das cidades do que para o morador de um grotão isolado na floresta. Por essa razão, iniciativas locais de preservação são mais impactantes. É exemplar o sucesso do programa ICMS Verde, adotado no Paraná para premiar municípios com desempenho acima da média no tratamento de lixo e na conservação de bacias hidrográficas. A área preservada no estado cresceu doze vezes nos últimos dez anos.
12 Unificar as leis ambientaisO Brasil tem mais de trinta leis ambientais federais. Combinadas às regras estaduais e municipais essas leis deixam apenas 30% do território livre para a ocupação econômica. Como não temos 70% do território ocupado por paraísos ecológicos, fica óbvio o exagero das restrições. O emaranhado legal provoca insegurança jurídica, dificulta a fiscalização e cria oportunidades para a corrupção. Leis mais simples são, sempre, mais eficientes.
13 Dar independência financeira aos parques ecológicosOs 63 parques nacionais ocupam uma área de 24,1 milhões de hectares, o equivalente ao território do estado de São Paulo. Em comum, têm o fato de ser mal administrados – são apenas 348 funcionários para cuidar de todos. Eles falham na missão preservacionista e, quando abertos à visitação, oferecem serviços precários. São como os cofres públicos para os corruptos: uma riqueza a ser apropriada pelo mais esperto. Os Estados Unidos têm oitenta vezes mais visitas pagas em seus parques. É hora de valorizar os nossos, protegê-los e mantê-los com o dinheiro arrecadado dos visitantes.
14 Criar um plano nacional de zoneamento econômico-ecológicoO governo paga aventureiros para derrubar a floresta amazônica, dando-lhes crédito destinado à atividade agrícola. Isso não se faz por maldade, mas por ignorância sobre quais são as áreas aráveis do território nacional e quais são as preserváveis. Ninguém sabe ao certo onde começa uma e acaba a outra. Muitos debates gastam horas apontando a mesma área no mapa e enxergando nela solos diferentes. O zoneamento agroclimático é ferramenta vital para planejar o desenvolvimento sustentável.
15 Tornar mais vantajoso manter uma árvore de pé do que cortá-laDez milhões de moradores da Amazônia Legal dependem da atividade extrativista ou agropecuária. Para eles, discurso e consciência ecológica não funcionam. Eles precisam de medidas que tornem mais vantajoso preservar do que destruir. O governo da Costa Rica remunera proprietários que conservam as matas nativas em suas terras. Um estudo mostra que, em Mato Grosso, dar 1 000 reais ao ano por hectare preservado seria estímulo suficiente para conter a devastação. É quase de graça.
16 Investir em fontes renováveis de energiaNos próximos dez anos o Brasil precisará acrescentar produção equivalente à de três usinas de Itaipu para suprir sua necessidade de energia elétrica. O sol e os ventos abundantes no país podem oferecer parte da solução. O potencial da produção de energia eólica é estimado em dez Itaipus. A incidência solar no Brasil é o dobro da registrada na Alemanha, um dos países que mais investem nessa fonte renovável de energia elétrica.
17 Não desperdiçar energiaPara cada dólar produzido pela economia, o Brasil precisa de 40% mais de energia do que os Estados Unidos e 70% mais do que a Alemanha. Isso se deve menos ao custo de geração do que ao desperdício. O Brasil perde 16,5% de toda a energia elétrica produzida. É quase uma Itaipu que se joga fora a cada ano. Para tornar mais eficiente o aproveitamento da energia, seria preciso investir em duas frentes: programas de conscientização dos consumidores e a busca de processos industriais e equipamentos mais econômicos.

O Brasil que Queremos Ser (1/5)

Algo está sendo pensado, apesar da má vontade de alguns.

A revista VEJA reuniu 500 personalidades da política, da economia e da cultura para pensar o Brasil. O debate deu origem às 40 propostas, a partir do seminário "O Brasil que Queremos Ser", que se dividiu em seis painéis: Educação, Meio Ambiente, Economia, Imprensa, Democracia, Raça e Pobreza e Megacidades.

As propostas descritas nesta reportagem resumem as melhores sugestões produzidas no seminário e adiantadas nos discursos do dia.

Melhores momentos podem ser vistos no site www.veja40anos.com.br

A revista vai conferir periodicamente, por meio de reportagens e entrevistas, o grau de aceitação de cada uma das 40 propostas, submetendo-as a um teste de realidade, avaliando sua viabilidade e progresso – e, quem sabe, dando como efetivamente implantadas algumas delas.

Educação
1 Choque de meritocracia na educaçãoMérito é premiar com promoção e aumento de salário os professores que formam mais alunos capazes de atingir boa colocação em disputas acadêmicas internacionais. O conceito é desconhecido no Brasil. Aqui quase sempre o professor recebe aumento de salário por tempo de serviço. Na ausência de outros fatores e só com a aplicação de um choque de meritocracia, o desempenho dos alunos brasileiros em matemática ficaria entre os 43 melhores do mundo, ombreando com o de Israel e Itália, e não, como é agora, em 53º lugar, ao lado do Quirguistão.
2 Convencer os pais de que eles são parte da escolaPais educam. Escolas ensinam. Esse provérbio caducou. As pesquisas mostram que, além de um bom professor, nada melhora mais o desempenho escolar do que o envolvimento dos pais no processo educacional. É uma guerra cultural que pode ser vencida com as armas certas: a Internet (os pais podem até acompanhar algumas aulas) e os cursos para pais.
3 Ampliar a rede de ensino técnico superiorO ensino de geografia, ciências sociais e outras áreas de humanas conta pouco. O fator decisivo para o progresso material está no ensino da matemática, das engenharias e da física aplicada. Apenas 8% dos jovens brasileiros se formam em algum curso superior dessas áreas – contra 18% nos países avançados. A saída é popularizar as faculdades técnicas. Nelas, em dois anos, o jovem obtém um diploma de ensino superior e tem lugar garantido no mercado de trabalho. Foi um sucesso na Coréia do Sul, que, assim, colocou um diploma e um emprego nas mãos de 80% dos jovens.
4 Fomentar a competição entre as universidadesNenhuma universidade brasileira figura entre as 100 melhores do mundo. Não é surpresa. Elas não têm incentivo para isso. As 100 melhores do mundo lutam para sê-lo para obter financiamento. Aqui, com ou sem desempenho, as verbas públicas chegam religiosamente. Melhorar para quê?
5 Financiar os melhores pesquisadoresApenas duas de cada 1 000 patentes registradas no mundo são brasileiras. Falta incentivo. O pesquisador brasileiro que registra patentes ganha, em geral, a mesma verba de quem não registra nenhuma. A tendência mundial é dar mais aos pesquisadores que produzem mais conhecimento original e valioso.
6 Criar currículos obrigatórios para a educação básicaUm ponto em comum entre os dez países de maior sucesso educacional, social e material do mundo é a existência de um currículo obrigatório na educação básica. Sem um currículo com metas acadêmicas bem definidas, nenhum país progride. Na maior parte do Brasil, não há esse currículo.
7 Investir na formação dos professores e de quem forma os professoresA cadeia do ensino tradicional tem alunos, professores, diretores e pedagogos. Falta uma categoria: a dos profissionais que ensinam os professores como ensinar. Apenas 20% das disciplinas nas faculdades de pedagogia se dedicam às metodologias de ensino, mostra um estudo da revista Nova Escola/Fundação Carlos Chagas.
8 Mais pesquisa ambiental no BrasilTanto a Amazônia como as áreas de proteção ambiental no Brasil recebem pouquíssimos pesquisadores. Apesar de ocupar cerca da metade do território nacional e ser o cenário da maior biodiversidade do planeta, a Amazônia concentra apenas 5% dos pesquisadores brasileiros. Significa que há um cientista para cada 4 000 quilômetros quadrados. Apenas 10% das espécies da região estão catalogadas. Só com conhecimento profundo dos biomas brasileiros será possível criar estratégias mais eficazes para a preservação daqueles tesouros naturais.

domingo, 31 de agosto de 2008

Bienal do Livro - 2008

Visitei a Bienal do Livro no penúltimo dia no Anhembi e para minha surpresa estava cheia.
O bom é que pude encontrar um público heterogêneo que aparentemente gosta de ler. Como tinha lido em jornais e pela Internet, tinha muita coisa direcionada as crianças, o que já é um bom sinal, porque muitos pais que levam seus filhos ou possuem o costume de ler, ou pelo menos vão pensar a respeito e irão criar o hábito de ler e exercitar o cérebro um pouco.
Realmente tinha livro para todos os bolsos e todos os gostos. Poderia conseguir alguns descontos razoáveis em algumas editoras ou lojas.
Espero que os visitantes tenham comprado livros que agreguem valor, e depois comecem a disseminar o conhecimento de uma forma que agregue valor a vida de todos.
Para quem possui criança é quase uma obrigação fazer uma visita, e para quem não tem como é o meu caso é uma visita para relembrar que o conhecimento é para todos e deve ser utilizado de forma ética.
Para finalizar, comprei apenas três livros, mas o que é maior do que a média de livros que um brasileiro lê por ano (como nossa vontade de conhecimento na "média" é medíocre). Comprei um livro sobre IA (Inteligência Artificial) para leigos, um livro de filosofia da Márcia Tiburi, porque pensar é preciso e comprei um livro sobre Umbanda. Apesar de ser Ateu, meus horizontes são infinitos, ou seja, não existem muros para quem quer ir além do óbvio.
Agora, pegue um livro e vai saboreá-lo.

domingo, 29 de junho de 2008

Erik, o Vermelho

Erik, o Vermelho (também conhecido como Erik, o Ruivo, ou Eric), foi um dos famosos Vikings da história, talvez o mais famoso. Ele nasceu por volta de 940, na atual Noruega, no entanto foi banido de lá por ter matado um outro norueguês. Erik foi banido para a Islândia, onde foi reconstruindo sua vida com sua família até o ano de 980 quando, por razões desconhecidas, matou outro homem e foi banido novamente. Sem poder morar na Noruega ou na Islândia, Erik e alguns seguidores seus foram navegando durante dois anos para descobrir terras novas, e assim fizeram ao desembarcar na Groenlândia. Com a idéia de criar seu reino, independente da Noruega, Erik voltou para a Islândia para buscar novas pessoas e fundaram a cidade de Gardar e a vila de Brattahlid. Aos poucos foram chegando pessoas e a Groenlândia foi cada vez sendo mais habitada. O seu filho, Leif Eriksson, que ajudou sempre o pai, introduziu o Cristianismo na Groenlândia, apesar da forte oposição deste. Cerca do ano 1000, chega à América do Norte que batizada de Vinland, em virtude de por ver ali cepas bravas. Erik morreu no ano 1000, deixando seu filho Leif Eriksson como seu sucessor em Brattahlid .

Este texto está na Wikipédia:http://pt.wikipedia.org/wiki/Erik%2C_o_Vermelho

sábado, 17 de maio de 2008

Reclamação a CPTM

Semanas atrás efetuei minha manifestação quanto ao descontentamento em relação ao transporte público de São Paulo.

Além de um direito, é um dever do cidadão cobrar melhor qualidade pelos serviços prestados por empresas públicas e/ou privadas.

Enviei um e-mail na qual questionei tanto a CPTM, quanto a Secretaria dos Transportes do Estado de SãoPaulo.

Abaixo segue resposta da CPTM, porque apesar da reclamação ter sido feita tambem a Secretaria dos Transportes, a mesma repassou a CPTM:

"Sr. Érico
Lamentamos não atender sua expectativa em nossa mensagem anterior e sobre seus questionamentos temos a esclarecer:
* Número de carros: a circulação de trens na Linha 9 é realizada com a totalidade da frota, que é formada por composições de 03 e 04 carros, desta forma, para ampliar o número de carros somente através do acoplamento de duas composições para formação de uma. Entretanto, a CPTM está incorporando 12 novos trens ao longo desse ano, objetivando entre outros aspectos ampliar a oferta de lugares.
* Ocorrências operacionais: informamos que a manutenção da composições e sistemas é realizada regularmente, entretanto, não foi possível evitar eventos como o do dia 11/04, quando uma composição teve a viagem interrompida, os passageiros foram desembarcados na estação Cidade Jardim, potencializando a superlotação nas composições seguintes.
* Plano de ação: está em curso a avaliação de modelo operacional com viagens intermediárias entre Santo Amaro e Pinheiros, visando atender o sentido e estações com maior movimentação de passageiros, além a incorporação de novos trens e intervenções no sistema de controle operacional para possibilitar a redução do intervalo entre as viagens.

Contando com sua compreensão, permanecemos a disposição.
Atenciosamente Atendimento ao Usuário Companhia Paulista de Trens Metropolitanos - CPTM"

PERGUNTA EFETUADA A SECRETARIA DOS TRANSPORTES DO ESTADO DE SÃO PAULO E A CPTM:

Reclamação de serviço Relato : Gostaria de manifestar minha insatisfação com os serviços prestrados pela CPTM, principalmente na linha 9 - Esmeralda (Osasco-Grajaú). Enviei um e-mail para empresa e a mesma me respondeu, porém considerei uma resposta evasiva, não conclusiva e que não responde as minhas perguntas. Semanalmente, com maior frequência no horário de pico, ocorrem atrasos e quebras nos trens, o que na minha opinião significa que a manutenção desta empresa é no mínimo deficiente, além dos trens só possuirem no máximo 4 vagões, sendo que poderia ser usado mais vagões nos trens, uma vez que as estações possuem espaços ociosos. Gostaria de saber o motivo desses problemas, bem como uma solução mais elucidativa, porque na minha opinião, se não soubermos as causas, nunca iremos resolver por completo os problemas. Agradeço a oportunidade da manifestação. Abaixo, segue um resumo do e-mail recebido(16/04/08) e encaminhado a CPTM: Resposta "Em atenção à sua manifestação, inicialmente apresentamos desculpas pela demora em nossa resposta, provocada por problemas de ordem interna que nos impediram de acessá-la. Informamos a notificação das áreas operacionais e de manutenção, objetivando aplicação de empenho nas ações em andamento para ampliar a disponibilidade da frota e, consequentemente, a oferta de lugares na Linha 9." Minha Pergunta: Gostaria de saber qual o motivo dos trens da linha C possuirem apenas 3 ou 4 carros, ficando uma parte da estação ociosa. Em outras linhas os trens ocupam toda a plataforma. Qual será o motivo técnico ou econômico para que isto não ocorra? Hoje dia 11/04/08, 3 trens estavam quebrados ou fora da circulação no horário de pico +/- 7:45 da manha, causando um atraso de 20 minutos entre 2 trens. A manutenção dos trens foi diminuida ou terceirizada? Constantemente (toda semana) ocorre atrasos e quebras. Isto não é um fato isolado. Vocês possuem um plano de ação?

domingo, 9 de março de 2008

Programa Backstage na KISS FM

Para o deleite de quem gosta de música pesada (heavy rock), o Programa Backstage está de volta em São Paulo e região. Depois de passar pela finada 97 FM e pela Brasil 2000 (hoje 107,3 FM), o programa volta naquele famoso horário das 22:00 as 24:00 hs de Domingo, na KISS FM - 102,1 MHz.
Eu não acreditei quando li a notícia no site Whiplash.net. Apesar de hoje termos a rádio backstage na internet passando 24 hs de Heavy Rock, não é sempre que podemos acessar a internet e escutarmos rádio.
Esse ano está começando com muitas surpresas boas e com certeza está foi uma que eu não esperava, apesar de já saber nas negociações para que acontecesse o programa.
Agora eu vou ter mudar um pouco a rotina, uma vez que neste horário eu assisto as 22:00hs - Café Filosófico na TV Cultura e as 23:00hs Manhattan Connexion na GNT. Ainda bem que posso gravar ou assistir reprises de alguns desses programas.
Bom, só posso dizer: como nos bons e velhos tempos.