domingo, 29 de junho de 2008

Erik, o Vermelho

Erik, o Vermelho (também conhecido como Erik, o Ruivo, ou Eric), foi um dos famosos Vikings da história, talvez o mais famoso. Ele nasceu por volta de 940, na atual Noruega, no entanto foi banido de lá por ter matado um outro norueguês. Erik foi banido para a Islândia, onde foi reconstruindo sua vida com sua família até o ano de 980 quando, por razões desconhecidas, matou outro homem e foi banido novamente. Sem poder morar na Noruega ou na Islândia, Erik e alguns seguidores seus foram navegando durante dois anos para descobrir terras novas, e assim fizeram ao desembarcar na Groenlândia. Com a idéia de criar seu reino, independente da Noruega, Erik voltou para a Islândia para buscar novas pessoas e fundaram a cidade de Gardar e a vila de Brattahlid. Aos poucos foram chegando pessoas e a Groenlândia foi cada vez sendo mais habitada. O seu filho, Leif Eriksson, que ajudou sempre o pai, introduziu o Cristianismo na Groenlândia, apesar da forte oposição deste. Cerca do ano 1000, chega à América do Norte que batizada de Vinland, em virtude de por ver ali cepas bravas. Erik morreu no ano 1000, deixando seu filho Leif Eriksson como seu sucessor em Brattahlid .

Este texto está na Wikipédia:http://pt.wikipedia.org/wiki/Erik%2C_o_Vermelho

sábado, 17 de maio de 2008

Reclamação a CPTM

Semanas atrás efetuei minha manifestação quanto ao descontentamento em relação ao transporte público de São Paulo.

Além de um direito, é um dever do cidadão cobrar melhor qualidade pelos serviços prestados por empresas públicas e/ou privadas.

Enviei um e-mail na qual questionei tanto a CPTM, quanto a Secretaria dos Transportes do Estado de SãoPaulo.

Abaixo segue resposta da CPTM, porque apesar da reclamação ter sido feita tambem a Secretaria dos Transportes, a mesma repassou a CPTM:

"Sr. Érico
Lamentamos não atender sua expectativa em nossa mensagem anterior e sobre seus questionamentos temos a esclarecer:
* Número de carros: a circulação de trens na Linha 9 é realizada com a totalidade da frota, que é formada por composições de 03 e 04 carros, desta forma, para ampliar o número de carros somente através do acoplamento de duas composições para formação de uma. Entretanto, a CPTM está incorporando 12 novos trens ao longo desse ano, objetivando entre outros aspectos ampliar a oferta de lugares.
* Ocorrências operacionais: informamos que a manutenção da composições e sistemas é realizada regularmente, entretanto, não foi possível evitar eventos como o do dia 11/04, quando uma composição teve a viagem interrompida, os passageiros foram desembarcados na estação Cidade Jardim, potencializando a superlotação nas composições seguintes.
* Plano de ação: está em curso a avaliação de modelo operacional com viagens intermediárias entre Santo Amaro e Pinheiros, visando atender o sentido e estações com maior movimentação de passageiros, além a incorporação de novos trens e intervenções no sistema de controle operacional para possibilitar a redução do intervalo entre as viagens.

Contando com sua compreensão, permanecemos a disposição.
Atenciosamente Atendimento ao Usuário Companhia Paulista de Trens Metropolitanos - CPTM"

PERGUNTA EFETUADA A SECRETARIA DOS TRANSPORTES DO ESTADO DE SÃO PAULO E A CPTM:

Reclamação de serviço Relato : Gostaria de manifestar minha insatisfação com os serviços prestrados pela CPTM, principalmente na linha 9 - Esmeralda (Osasco-Grajaú). Enviei um e-mail para empresa e a mesma me respondeu, porém considerei uma resposta evasiva, não conclusiva e que não responde as minhas perguntas. Semanalmente, com maior frequência no horário de pico, ocorrem atrasos e quebras nos trens, o que na minha opinião significa que a manutenção desta empresa é no mínimo deficiente, além dos trens só possuirem no máximo 4 vagões, sendo que poderia ser usado mais vagões nos trens, uma vez que as estações possuem espaços ociosos. Gostaria de saber o motivo desses problemas, bem como uma solução mais elucidativa, porque na minha opinião, se não soubermos as causas, nunca iremos resolver por completo os problemas. Agradeço a oportunidade da manifestação. Abaixo, segue um resumo do e-mail recebido(16/04/08) e encaminhado a CPTM: Resposta "Em atenção à sua manifestação, inicialmente apresentamos desculpas pela demora em nossa resposta, provocada por problemas de ordem interna que nos impediram de acessá-la. Informamos a notificação das áreas operacionais e de manutenção, objetivando aplicação de empenho nas ações em andamento para ampliar a disponibilidade da frota e, consequentemente, a oferta de lugares na Linha 9." Minha Pergunta: Gostaria de saber qual o motivo dos trens da linha C possuirem apenas 3 ou 4 carros, ficando uma parte da estação ociosa. Em outras linhas os trens ocupam toda a plataforma. Qual será o motivo técnico ou econômico para que isto não ocorra? Hoje dia 11/04/08, 3 trens estavam quebrados ou fora da circulação no horário de pico +/- 7:45 da manha, causando um atraso de 20 minutos entre 2 trens. A manutenção dos trens foi diminuida ou terceirizada? Constantemente (toda semana) ocorre atrasos e quebras. Isto não é um fato isolado. Vocês possuem um plano de ação?

domingo, 9 de março de 2008

Programa Backstage na KISS FM

Para o deleite de quem gosta de música pesada (heavy rock), o Programa Backstage está de volta em São Paulo e região. Depois de passar pela finada 97 FM e pela Brasil 2000 (hoje 107,3 FM), o programa volta naquele famoso horário das 22:00 as 24:00 hs de Domingo, na KISS FM - 102,1 MHz.
Eu não acreditei quando li a notícia no site Whiplash.net. Apesar de hoje termos a rádio backstage na internet passando 24 hs de Heavy Rock, não é sempre que podemos acessar a internet e escutarmos rádio.
Esse ano está começando com muitas surpresas boas e com certeza está foi uma que eu não esperava, apesar de já saber nas negociações para que acontecesse o programa.
Agora eu vou ter mudar um pouco a rotina, uma vez que neste horário eu assisto as 22:00hs - Café Filosófico na TV Cultura e as 23:00hs Manhattan Connexion na GNT. Ainda bem que posso gravar ou assistir reprises de alguns desses programas.
Bom, só posso dizer: como nos bons e velhos tempos.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Reencontros

Sempre em nossa jornada encontramos e reencontramos pessoas. Algumas são maravilhosas e outras nem tanto. Quando encontramos pessoas que nos acrescentam algo em nossa vida, devemos cultivar este tipo de relacionamento.
Acabei de reencontrar uma pessoa que me fez repensar algumas coisas. Pensei que eu era um cidadão ativo. Engano meu, estou longe disto. Muitas das pessoas que conheço estão muito mais longe de serem cidadãs ativas.
Quando deixaremos de ser passivos e lenientes?
Quando deixaremos de reclamar e fazer algo útil pela sociedade?
Será que não está claro que só teremos uma felicidade mais plena quando todas as pessoas forem felizes?
Qual foi a última vez que realmente fomos úteis e fizemos a diferença?
Não podemos ser apenas robôs, temos que pensar e agir.
Espero que eu possa pensar e agir, ser um cidadão proativo.
Ainda bem que reencontrei alguém que é proativa e me fez repensar sobre como lidamos com a vida que nos cerca.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Exemplo Islandês

Encontrei uma matéria no site: www.institutomillenium.org, uma matéria muito interessante sobre o alto IDH da Islândia e como este país cresceu muito economicamente nos últimos anos.


Este artigo foi publicado no site por: Odemiro Fonseca

Co-autoria: Hannes Gissurarson


A Islândia chamou a atenção dos brasileiros por obter o mais alto Índice de Desenvolvimento Humano (ONU) do mundo e nos permite uma reflexão sobre a intrigante questão do que é bom governo.

A Islândia era quase uma nação latino-americana no inicio dos anos 80, disfuncional como o Brasil. A inflação chegou a 100% em 1983 e o déficit público a 6% do PIB. A dívida pública explodiu. O governo era um empresário enorme, dono empresas, bancos, indústrias de pesca, agência de viagens, gráficas, telefônicas. O sistema previdenciário era terrível no déficit e na gerencia. A alíquota de imposto de renda para empresas era de 45%. E vigoravam impostos sobre altas rendas e riqueza. Existiam fundos de fomento, onde burocratas escolhiam “ganhadores” e faziam empréstimos hospitalares. Havia subsídios para muitas atividades, principalmente para a indústria pesqueira. Os subsídios levaram a um excesso de pesca e cardumes se tornaram escassos.

Mas cansados e sentindo os novos ventos, em 1991 os eleitores levaram para o governo David Oddsson e seu partido. E aconteceu na Islândia a mais consciente reforma liberal-democrata que se conhece. Reduziu-se o imposto de renda para alíquota única de 18% e foram extintos os impostos sobre altas rendas e riqueza. Foram privatizadas dezenas de empresas, os bancos e as instituições financeiras, a telefônica, as empresas de pesca. A reforma previdenciária criou fundos de capitalização. Hoje os fundos de pensão por capitalização representam 130% do PIB, a mais alta taxa dos países do OECD.

Com banco central independente a inflação caiu para 2% aa. O superávit fiscal chegou a ser 5% do PIB e a dívida começou a cair. Hoje a dívida pública líquida é zero. Nos países da OECD e no Brasil é acima de 45% do PIB.

Estabeleceu-se também um engenhoso sistema de “propriedade dos peixes”. Hoje a indústria pesqueira é privada e lucrativa, sem subsídios e responde por 70% da exportação da Islândia. Não existe mais o risco dos peixes acabarem, pois os empresários protegem seus peixes.

A carga fiscal do governo central (equivale ao nosso federal mais estadual) tem se mantido em 32% com relação ao PIB. Menor do que no Brasil. Com prosperidade e empresas lucrativas, o padrão de vida e a receita fiscal sempre subiram. Nenhum programa social foi atingido.

Os islandeses tem liberdade de escolha impensável para os brasileiros. A sindicalização é voluntária. Se um pai quer colocar o filho na escola particular, o governo dá o dinheiro que gastaria na escola pública. Não existe nada da rigidez trabalhista brasileira. A liberdade cambial é total.Com a prosperidade, o nível do desemprego é de 2%, o que torna o seguro-desemprego quase nunca usado. Criou-se uma cultura que renda se ganha com trabalho.

O milagre islandês aconteceu porque o governo saiu da frente da sociedade civil e em conseqüência surgiram milhares de empreendedores descobrindo oportunidades, inovando e pagando impostos. Foi uma mudança intelectual. Durante os anos 80, era freqüente a visita de intelectuais defensores de tais reformas. Friedman, Hayek, Buchanan eram arrozes-de-festa na Islândia e os políticos participavam das reuniões. Geir Haarde, atual primeiro ministro e ex-ministro da Fazenda, não acha que governar é gastar. Ele quer cortar mais as alíquotas dos impostos, diminuir regulamentação. Entende que tais ações aumentam as oportunidades na Islândia.

Reformas que buscam competição privada, além de prosperidade, trazem paz social e ganham eleições sem o jogo sujo que estamos vendo pelo Brasil e América Latina. Este governo islandês está no poder há 16 anos.

Dr.Hannes Gissurarson é professor de Teoria Política na Universidade da Islândia e Conselheiro do Executivo e do Banco Central daquele país.


(Publicado em O Globo em 29 de dezembro de 2007)

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Islândia







Um lugar ímpar, singular, diferente.
Apenas aproveite a paisagem!














quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Lula é minha anta e Deus, um delírio

No final da semana passada, fui a livraria Cultura e comprei dois livros que acho interessante:
Lula é minha anta, de Diogo Mainardi e Deus, um delírio, de Richard Dawkins.
O primeiro livro de mais de duzentas páginas consegui ler em 2 dias e trata de um assunto imediato. O segundo comecei dar uma folheada, mas este demorará mais devido possuir quase 500 páginas e falar de filosofia e ateísmo e teismo.

Sobre o primeiro livro, transcrevi abaixo partes do livro que se referem ao dono na empresa em que eu trabalhava. Como o mundo político e corporativo se misturam. As vezes, vida é uma lama!

Partes do livro: Lula é minha anta.

“Como o policial que achaca o traficante, garantindo-lhe proteção para tocar seus negócios, no começo de 2003 o Palácio do Planalto achacou Dantas, exigindo dele o dinheiro do mensalão. Formaram duas facções. Numa delas, ficaram Dantas, Dirceu, Delúbio, Delfim, João Paulo, Ciro, Mentor, Kakay e todos os mensaleiros do PP, do PL, do PTB. Na outra facção, ficaram Gushiken, Telemar, Previ, Fundef, Banco do Brasil, Trevisan e um punhado de parlamentares arregimentados aqui e ali.”

“Mino Carta se aproximou de Lula apenas na campanha eleitoral de 2002, por meio do consultor Antoninho Marmo Trevisan. O mesmo Trevisan que intermediou a venda da empresa do filho de Lula a Telemar. O mesmo Trevisan que foi contratado para sanear as contas do PT. O mesmo Trevisan que prestou assessoria a CUT. O mesmo Trevisan que repassou trabalhos aos sócios de Luiz Gushiken. O mesmo Trevisan que selecionou o banco BMG para oferecer o crédito consignado.”

O mundo político e o corporativo estão cheios de coincidências e o Brasil está cheio de cegos.